Blog

Dez mandamentos para a saúde de sua moto

Seguidos à risca estes dez mandamentos garantirão a paz celestial entre você e sua motocicleta.

1-ÓLEO, olho nele

Fazer a troca de óleo no prazo recomendado pelo manual do proprietário é a regra. Reduzir o prazo? Não precisa: os técnicos estabeleceram a quilometragem indicada com uma boa margem de segurança. “Esticar” as trocas, rodar mais do que o sugerido não é indicado. Motivos para trocar o óleo regularmente não faltam pois não é só o uso, a quilometragem percorrida o responsável pela deterioração do lubrificante (seis meses é o prazo máximo entre trocas). O óleo, especialmente nos motores refrigerados a ar, tem dupla função: lubrificar e refrigerar, o que torna primordial a regularidade da troca e a qualidade do óleo, ou seja, sempre usar o lubrificante recomendado pelo fabricante, tanto marca como – e principalmente – a especificação. Habituar-se a verificar se a quantidade está correta pela varetinha (ou pelo visor que há em alguns modelos), deve virar um ritual. É comum o nível do óleo baixar durante o período de utilização, mas se a redução se tornar exagerada, é preciso tentar saber a causa. Se não houver sinal de vazamento evidente a avaliação da oficina autorizada é a solução.

2-SISTEMA DE DIREÇÃO, sem folga

O sistema de direção de uma moto pode, com o decorrer da utilização, necessitar de um ajuste. É usual ouvir que a “caixa de direção afrouxou” e os mais evidentes sintomas são ruídos na região abaixo do guidão, em geral mais evidentes em ruas esburacadas. Se o devido ajuste por parte do serviço autorizado, com mecânico treinado e ferramenta apropriada, não ocorrer rapidamente o problema pode se agravar, o que implicará em troca de componentes. O sistema de direção desajustado não só pode causar prejuízo ao bolso como, em caso extremo, afeta a dirigibilidade e, por consequência, a segurança.

3-ROTAÇÃO, nem alta, nem baixa

Exagerar na rotação elevada, “esticar as marchas” demais por longos períodos, é prejudicial para a durabilidade do motor. Rodar em rotações exageradamente baixas também: a preguiça de reduzir as marchas assim como levar o ponteiro do conta giros sempre até a faixa vermelha irá reduzir radicalmente a vida útil do motor. Por mais robustos que sejam, motores devem ser tratados com inteligência. Regra de ouro? Nunca exagerar na rotação – ou o oposto – com ele ainda em fase de aquecimento, quando a temperatura do óleo ainda não atingiu seu grau ideal, coisa que ocorre em poucos minutos, mas não imediatamente.

4-EMBREAGEM, menos é mais

A duração da embreagem pode ser aumentada facilmente com estratégias simples. Parou no semáforo? Coloque o câmbio em ponto morto pois a mão apertando a alavanca significa desgaste. Outra coisa que reduz a vida útil da embreagem é usá-la de maneira intensa por longo período: sendo um sistema que, como freios, trabalha tendo como princípio o atrito entre discos internos, o melhor é sempre usar a embreagem o mínimo, substituindo o uso excessivo pela ação correta no acelerador.

5-PNEU, ar nele

Pneus com pressão incorreta são meio caminho andado para problemas. Se a pressão estiver abaixo da indicada no manual do proprietário a chance de danos à carcaça aumenta, assim como a possibilidade de furos. Pneus com pressão abaixo da ideal também deixam as rodas mais vulneráveis a amassados ou, pior, às quebras. Os pneus sem câmara exigem que o aro de roda esteja perfeito pois se houver deformação ou amassado isso provocará uma progressiva perda do ar. Assim, seja com ou sem câmara, é sempre bom ter o hábito de verificar os aros de roda de sua moto regularmente, respeitar a calibragem recomendada pelo fabricante e verificá-las no mínimo uma vez por semana.

6-SUSPENSÕES, atenção sempre

Não importa se você anda devagar ou rápido, ou se as ruas que você frequenta são bem pavimentadas ou não: se as suspensões de sua motocicleta não estiverem de acordo com a especificação determinada pela fábrica, a dirigibilidade (e a segurança) será prejudicada. Com o avançar da quilometragem e o tempo de uso os sistemas de suspensão, hidráulicos e mecânicos, exigem manutenção e/ou substituição. Na suspensão dianteira há necessidade de troca do óleo e verificação das molas internas. Na traseira o mais comum é a substituição do conjunto (ou dos conjuntos) mola-amortecedor.

7-MOTOR, carinho e compreensão

Por vezes a falta de atenção pode provocar grandes estragos. Um pequeno barulhinho de motor que cresce a cada dia não pode ser jamais desconsiderado, e quanto antes você agendar a visita à oficina autorizada, melhor. Uma pequena alteração no ruído gerado pelo motor tende a ser um pequeno problema. Mas, se tratado com descaso, tende a aumentar e virar problemão. Outros aspectos que merecem atenção é perda de rendimento, oscilação de marcha lenta, dificuldade para “pegar” e excessiva fumaça pelo escapamento, sinais claros que seu motor precisa do carinho e compreensão de um profissional da oficina autorizada.

8-TRANSMISSÃO, tratamento intensivo

A vida útil da corrente, coroa e o pinhão depende fortemente dos cuidados que ela recebe. A aplicação frequente de óleo lubrificante adequado para correntes é tudo de bom: ele tem como característica aderir à superfície da corrente e não atacar os delicados anéis vedadores presentes nas articulações, chamados de anéis o’ring. Outra ação que aumenta a vida útil do sistema de transmissão é manter a corrente na tensão correta, nem muito esticada, nem muito frouxa.

9-ÁGUA, sem pressão

Lavar a moto é preciso, mas evitar jato de água sob pressão é fundamental. Tanto componentes mecânicos como partes plásticas e metálicas podem ser prejudicados pela pressão excessiva, cruel com retentores e também com as faixas adesivas e mesmo com a pintura. O sistema elétrico é outro item que pode ser muito afetado por jatos de água sob pressão, assim como o painel de instrumentos. Assim, quanto menos pressão na água para lavar sua moto, melhor.

10-COMBUSTÍVEL, qualidade é a regra

Escolher qualquer combustível é arriscado. Nas motos modernas os sistemas de injeção eletrônica por vezes são capazes de mascarar combustível de qualidade ruim, coisa que nas motos com carburador era impossível: falhavam na hora!  A melhor estratégia é abastecer em postos de confiança comprovada, estabelecer um vínculo cliente-fornecedor que só trará benefícios para você e a mecânica de sua moto, sempre muito afetada quando o combustível é de má qualidade.

Fonte: Honda Motos

Honda lança linha de capacetes exclusivos inspirados na cultura japonesa

Produtos remetem as expressões da tradição nipônica e serão lançados no Festival do Japão que acontecerá neste final de semana no SP Expo Imigrantes, em São Paulo

 

Em comemoração ao marco histórico de 110 anos de imigração da cultura japonesa no Brasil, a Honda apresenta ao mercado sua nova linha de capacetes inspirados nas expressões de arte e cultura tradicionais do Japão. Disponíveis para clientes que procuram exclusividade, estilo e sofisticação, os itens de segurança serão comercializados em seis opções de design e serão lançados durante o 21º Festival do Japão que acontecerá entre os dias 20 e 22 de julho no SP Expo Imigrantes, em São Paulo-SP.

 

Desenvolvidos pela equipe de designers brasileiros da marca, os modelos serão disponibilizados nos grafismos de Dragão, Carpa, Monte Fuji, Mangá, Samurai e Origami e além do visual diferenciado, possuem forro removível e lavável, de tecido antialérgico, modernos sistemas de articulação e ventilação, cinta jugular com fecho de engate rápido ou micrométrico, além de anel antifurto. Vale destacar que todos os capacetes comercializados pela Honda são produzidos de material de alta qualidade (ABS-plástico injetado) e estão plenamente de acordo com as resoluções do Contran (Conselho Nacional de Trânsito).

 

Nova linha de capacetes inspirados na cultura japonesa

Dragão – Sinônimo de sabedoria, força e poder, o dragão representa a proteção no elo entre o homem e às divindades espirituais na cultura japonesa.
Carpa – A carpa simboliza força e perseverança pela história, na qual a carpa que conseguisse nadar contra a correnteza e saltar das cascatas até a montanha Jishinhan, tornava-se um dragão. Por isso o grande significado do peixe na cultura.
Monte Fuji – Entre as montanhas mais belas do mundo, o Monte Fuji também é reverenciado como um símbolo sagrado por várias religiões. Serviu de inspiração por ser uma das obras de arte mais icônicas do Japão.
Mangá – Toda a beleza das histórias em quadrinho japonesas com o espirito jovem Honda. Um capacete pensado para transmitir identidade.
Samurai –  Símbolo da lealdade e resistência no Japão, os samurais representam proteção.
Origami –  O origami tsuru, pássaro de dobraduras é um dos origamis mais tradicionais da cultura japonesa, simbolizando saúde, sorte, felicidade, longevidade e fortuna.

Disponível à partir de agosto na rede de concessionárias Honda, que conta com mais de 1.100 pontos de venda em todo o País, a exclusiva linha de capacetes inspirados nos 110 anos de imigração da cultura japonesa será lançada com exclusividade durante o 21º Festival do Japão, com preço público sugerido à partir de R$ 302,00 reais.

 

21º – Festival do Japão 2018

São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – CEP:04029-000

Horários:

Sexta-feira, 20 de Julho das 12:00

Sábado, 21 de Julho das 09:00 às 21:00

Domingo, 22 de Julho das 10:00 às 18:00

Ingressos:

R$ 22,00 (antecipado e online)

R$ 28,00 (bilheteria no dia)

R$ 14,00 (meia entrada mediante apresentação de documento de comprovação)

Honda abre as portas de seu museu de motocicletas para o público

Com 58 modelos expostos, espaço “Honda Fan Club” estará aberto a visitas, todos os sábados, a partir do dia 05 de janeiro de 2019

 São Paulo, 05 de dezembro de 2018 – Os amantes das duas rodas já têm diversão garantida aos sábados: a Honda abre as portas de seu museu de motocicletas, o “Honda Fan Club”, localizado na cidade de Indaiatuba, no interior de São Paulo.

O espaço, que apresenta a história e curiosidades sobre os modelos da marca, passará a receber visitas a partir do dia 05 de janeiro de 2019.

O museu conta com 58 motocicletas em exposição, desde as clássicas CG 125 1976 e CBX 750F 1986, até modelos mais recentes, como GL 1800 Goldwing Edição 40 anos e CBR 1000RR Fireblade Edição Comemorativa Marc Marquez.

“O Honda Fan Club nasceu em 2013, como um museu particular da Honda e vem, ano a ano, agregando novos modelos, por meio dos quais pode-se contar a história das duas rodas no País. A empresa está presente em solo brasileiro há 47 anos e, ao longo deste período, desenvolveu diversos modelos que marcaram época e fizeram parte da vida de milhões de brasileiros. Assim, nada mais justo do que proporcionar a experiência de reviver e conhecer essa história aos motociclistas e admiradores da marca”, comenta Leonardo Almeida, Gerente dos Centros Educacionais de Trânsito Honda – CETH.

Localizado nas dependências do Centro Educacional de Trânsito Honda de Indaiatuba (SP), o museu Honda Fan Club recebia visitas esporádicas, de alunos dos treinamentos de pilotagem oferecidos pela unidade e convidados em eventos e ações da marca. “Queremos dar oportunidade para que mais pessoas conheçam o nosso museu. Para o atendimento ao público, preparamos uma estrutura acessível e um ambiente especial alinhado com a história dos modelos em exposição. Ficaremos muito felizes com a visita de todos”, completa Leonardo.

Serviço

Museu Honda Fan Club

Data: todos os sábados

Horário: das 09h às 17h

Local: Alameda Comendador Dr. Santoro Mirone, 1460 – Distrito Industrial João Narezzi, Indaiatuba – SP, 13347-300

Informações: (19) 3198-2615

Observações: as visitas são gratuitas e os visitantes serão atendidos por ordem de chegada. Local com acessibilidade.

Sobre a Honda no Brasil: Em 1971, a Honda iniciava no Brasil as vendas de suas primeiras motocicletas importadas. Cinco anos depois, era inaugurada a fábrica da Moto Honda da Amazônia, em Manaus, de onde saiu a primeira CG, até hoje o veículo mais vendido do Brasil. De lá para cá, a unidade produziu mais de 23 milhões de motos, além de quadriciclos e de motores estacionários que formam a linha de Produtos de Força da Honda no País, também composta por motobombas, roçadeiras, geradores, entre outros. Para facilitar o acesso aos produtos da marca, em 1981 nasceu o Consórcio Honda, hoje a maior administradora de consórcios do mercado nacional, que faz parte da estrutura da Honda Serviços Financeiros, também composta pela Seguros Honda e o Banco Honda. Dando continuidade à trajetória de crescimento, em 1992 chegavam ao Brasil os primeiros automóveis Honda importados. Em 1997, a Honda Automóveis do Brasil iniciava a produção do Civic, em Sumaré (SP), de onde já saíram mais de 1,8 milhão de veículos. A segunda planta de automóveis da marca, construída na cidade de Itirapina (SP), concentrará, a partir de 2021, toda produção dos modelos locais, enquanto a unidade de Sumaré se consolidará como centro de produção de motores e componentes, desenvolvimento de automóveis, estratégia e gestão dos negócios do grupo Honda. Durante esses anos a empresa também inaugurou Centros Educacionais de Trânsito, de Treinamento Técnico, de Distribuição de Peças e de Pesquisa & Desenvolvimento. Estruturou uma rede de concessionárias hoje composta por aproximadamente 1.300 endereços. Em 2014, em uma iniciativa inédita no segmento, a Honda inaugurou seu primeiro parque eólico do mundo, na cidade de Xangri-Lá (RS). O empreendimento supre toda a demanda de energia elétrica da fábrica de Sumaré, reduzindo os impactos ambientais das operações da empresa. Em 2015, a Honda Aircraft Company anunciou a expansão das vendas do HondaJet, o jato executivo mais avançado do mundo, para o Brasil. Saiba mais em www.honda.com.br e www.facebook.com/HondaBR

Assessoria de imprensa

Aline Cerri

(19) 3864-7103 / (11) 98468-0437
aline_cerri@honda.com.br

Evelyn Lima

(19) 3864-7123 / (11) 98642-0873

evelyn_lima@honda.com.br

Carregando